Seus olhos eram grandes janelas,
Permitindo vislumbrar
O brilho da sua alma,
A doçura do seu caminhar
E os sonhos que guardava no coração
Olhei e pedi para entrar.
Minhas mãos tinham palavras e versos.
O coração inundado de sonhos
E a alma esperança de morar
No fundo dos seus olhos.
Nossas palavras sussurradas,
Ainda voam pelo vento.
As promessas ainda são cumpridas.
Os dias e as noites são monólogos
Aguardando respostas em sonhos.
Elise Schiffer para Rosemberg