A saudade acomoda-se,
A dor adapta-se
E a solidão vira rotina
Na trilha do desamparo.
Tudo perde sua força.
O passado torna-se refém
E o coração é domesticado
Pela força do luto.
Lembranças e vozes
São relíquias do amor,
Guardadas com ismero,
Para não perderem o elo.
Elise Schiffer