A senilidade
É sufocada aos poucos,
Em prol do bom convívio.
É a estação dos disfarces
Onde fingir é não perceber,
Humilhações sociais.
A senilidade
É sufocada aos poucos,
Por olhos que não vêem a carcaça.
É alma que ama em silêncio
Nas orações sem apego,
Não incomodando o vazio juvenil.
Elise Schiffer