Assisto ao filme "Vida".
Vejo dias tristes e lágrimas.
Amores obscuros emergindo da alma.
Neste momento os receios são vencidos.
O filme expõe dores e lamentos.
Há uma força para o que der e vier.
Assim segue a protagonista sofrida.
Com superação e serenidade.
Do meio ao fim do filme.
A espectadora virá roteirista e diretora.
Do romance "Vida".
Já com o coração blindado.
Em frente e semeando respeito,
Com amor e criticas,
Sendo juíza do seu próprio roteiro.
O fim é "Eu e Eu com amor".
Elise Schiffer