Doídos corações juvenis,
Que sem conhecer nomes,
Amam muito, muito em sonhos.
Doidas paixões
Que crescem em fervor
Deixando os dias inquietantes.
Poucas palavras,
Poucos encontros
E uma paixão viva.
A fantasia era cúmplice,
No arder da juventude.
Amando sem conhecer nomes.
Sensatos corações maduros.
Que sem conhecer nomes,
Recordam amores juvenis.
Risos vagam no presente,
Desnudando fantasias do passado,
Que se esvaem com a maturidade.
Boas lembranças
Perfumam a maturidade,
Com recordações juvenis.
Ficam lembranças sem nome,
Ficam diálogos vagando e
Um livro a ligar corações juvenis.
De Elise para Renê